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12.07.2018 03:27

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James Hetfield e Lars Ulrich: Metallica toca setlist 'optativo' para dominar novos públicos. Incorporar cem 1000 pessoas em um evento é um episódio inusitado perante qualquer ponto de vista. Só por curiosidade, é um número superior que a população inteira de cidades médias do interior do estado de São Paulo, como Avaré e Lorena. O Lollapalooza prontamente é uma marca consolidada, o que significa que amplo divisão do público compra ingressos pro festival antes mesmo de saber quais serão os artistas escalados. No ano passado, o festival reuniu por volta de 150 1000 pessoas nos 2 dias com um line up homogêneo, tendo como headliners nomes como Eminem, Florence and the Machine, Marina and the Diamonds e Planet Hemp.


São nomes de prestígio, entretanto como o Lolla tem vários palcos e atrações simultâneas, o público acaba se diluindo entre as dezenas de atrações. O Lolla 2017 seguiu outra estratégia: apostou nos grandes headliners pra trazer mais gente. Metallica no sábado, The Strokes no domingo. Além de vender muito mais ingressos, a possibilidade mandou públicos bem distintos para cada dia (sábado, rock; domingo, pop) e concentrou o público no palco principal do festival, o Skol. O público bem maior que as algumas 5 edições do evento trouxe uma transformação bem como conceitual ao Lollapalooza. Nas edições anteriores era menos difícil sair de um palco para o outro, o que possibilitava ao público curtir muitos shows no mesmo festival. Com o novo formato foi praticamente impensável se deslocar entre os palcos, o que acabou desfigurando o caráter de “festival” e deixou o Lolla mais parelho com um extenso show de rock de um palco só.


Só pra deixar inscrito: a todo o momento fico arrepiado no momento em que vejo um show marcado para o Autódromo de Interlagos. Uma vez que este ano eu ouvi alguns amigos que garantiam que a melhor forma de comparecer até o Autódromo era de transporte público, mais precisamente de metrô/trem. Foi a melhor coisa que eu fiz: trajeto veloz, lotação aceitável, sinalização perfeita da estação até a entrada do autódromo.


Se por um lado o transporte foi uma bacana surpresa, há duas considerações que necessitam ser analisadas urgentemente na organização do festival. Problema 1: Cerveja. Como é possível encontrar que um festival patrocinado por uma marca de cerveja teria problemas com o chopp às 6 da tarde do primeiro dia?


Quem é o responsável pelo checar a busca necessária para um festival nesse tamanho? http://blogeducandovoce79.jiliblog.com/14687576/7-truques-que-v-o-modificar-totalmente-o-visual-da-sua-sobrancelha poderá errar tão feio? Como é possível a corporação jogar em tal grau dinheiro fora? http://sermelhornet05.qowap.com/14978451/como-caprichar-pela-decora-o-de-sala-de-televis-o-de-tua-casa-setenta-exemplos simplesmente não é aceitável atravessar quarenta minutos numa fila pra comprar uma cerveja. O ingresso é muito caro e o fã do Metallica tem o correto de ver ao show da sua banda favorita tomando uma cerveja.


Como é possível pois encontrar que é normal ele perder metade do show pra adquirir obter uma cerveja? O planejamento do festival precisa analisar o número de bares, se essa logística é baseada no Lolla internacional, deveria ser repensada para o Brasil. Uma ideia genial que poderia ter ajudado a aprimorar isso foi por água abaixo por outro problema fácil de planejamento. Pra impossibilitar pagamentos e trocos nos bares, o público carregava a pulseira com um estabelecido valor, e pela hora de apanhar a cerveja ou sanduíche bastava apenas encostar a pulseira no leitor ótico.


Pena que os smartphones não funcionam bem no autódromo, ainda mais quando há 100 1 mil pessoas descrevendo fotos e vídeos nas mídias sociais. Efeito: muita gente ficou sem comprar nada já que simplesmente não conseguia acessar o website do festival pra carregar o valor da pulseira. Será que ninguém imaginou que as pessoas usariam a internet pra postar imagens no Facebook?




Que mundo essas pessoas com ideias tão geniais vivem? Que tal achar se a internet em Interlagos tem êxito antes de criar um sistema assim? Ou, melhor: que tal instalar uma cobertura durante os dois dias que permita que a web de fato funcione? http://emagrecernovidades64.beep.com/.htm?nocache=1530659121 das lúdicas Tegan and Sara, o palco Axe recebeu Criolo, que já poderá ser considerado um vasto nome da música brasileira - pelo menos em termos de público.



Criolo, para mim, é uma espécie de ‘muso’ do movimento ‘Fora Temer’, um artista que “parece” ter muito a narrar, mas, que na verdade não diz muita coisa. http://novidadesparadescubraonline3.soup.io/post/659505361/Saiba-Em-Quais-Organiza-es-Voc-Podes , “Não Existe Afeto em SP”. Apesar de ser uma música sensacional - apesar de chupada de ‘Glory Box’, do Portishead -, discordo conceitualmente do teu motivo. Como em vista disso, não existe amor em São Paulo? Em pleno século 21, cantar o clichê de ‘oh-cruel-cidade-grande’ é se render à profundidade do pires. É o tipo de artista que critica a ‘frieza da metrópole’ e depois publica manifesto de apoio a pichadores. O que uma coisa tem a ver de perto com a outra?


A dupla The xx ficou famosa no Brasil ao atingir emplacar a canção ‘Angels’ na minissérie ‘Amores Roubados’, da Globo. Mas quem viu a performance da dupla Romy Madley Croft e Oliver Sim no palco Ônix entendeu que seu som é muito mais difícil do que uma trilha para a Tv.


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